O PL foi o partido que mais elegeu senadores nas eleições deste domingo (4). A legenda conquistou 19 das 54 vagas em disputa e, somando os parlamentares que continuam em mandato, terá a maior bancada do Senado a partir de 2027, com 28 integrantes.
O partido ficou com as duas cadeiras em disputa no Distrito Federal, em Mato Grosso do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia e em Santa Catarina, e também elegeu senadores em estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.
O MDB elegeu sete senadores, no Amazonas, no Pará, na Paraíba, no Piauí, em Roraima, em Sergipe e no Tocantins. O PT conquistou seis vagas: as duas da Bahia e uma em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Como fica o Senado
Neste ano, os eleitores renovaram dois terços da Casa — 54 das 81 cadeiras, duas por unidade da Federação. Os outros 27 senadores, eleitos em 2022, continuam no cargo.
Com a nova composição, além dos 28 senadores do PL, o PT terá nove parlamentares em exercício e o MDB, oito. PP e Republicanos terão seis cadeiras cada; PSD e União Brasil, cinco cada; e o PSB, quatro.
A bancada do PT pode chegar a dez caso o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, eleito senador pelo Piauí em 2022, deixe o ministério e reassuma a vaga, hoje ocupada pela suplente Jussara Lima (PSD).
Mandatos de oito anos
Os novos senadores tomam posse em 1º de fevereiro de 2027 e ficam no cargo por oito anos. A eleição para o Senado é majoritária: em cada estado, são eleitos os dois candidatos mais votados, sem segundo turno.